No início de dezembro, a Corregedoria da Polícia Militar prendeu 15 policiais rodoviários que trabalham na região, acusados de receberem propina para aumentar o número de veículos apreendidos e levados ao pátio de Ituverava. Quatro dias depois, todos foram soltos e agora respondem em liberdade a inquérito militar.
O esquema envolveria soldados, cabos e um sargento. Eles receberiam uma espécie de “caixinha” de guincheiros. Todos foram afastados das fiscalizações e estão exercendo serviços internos e administrativos em batalhões do Estado de São Paulo.
No final de dezembro, a Polícia informou que o inquérito ainda não foi concluído. No final da tarde de ontem, o advogado Bruno de Aguiar disse por telefone à reportagem do Comércio que não há novidades no caso.
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