Séc. III - bispo e mártir - invocado contra males da garganta e difteria - “Brás” deriva de “Basílio” significa “régio”, real”.
Médico de Sebaste, Armênia, Brás abandonou tudo para dedicar-se inteiramente a Deus. Escolhido bispo de Sebaste, refugiou-se numa caverna e lá vivia cercado de gente que buscava nele alívio em suas aflições, especialmente os males da garganta. Bestas ferozes (leões, tigres, ursos) vinham a ele, obedientes como dóceis animais domésticos. Preso, foi degolado na perseguição de Licínio. É invocado com a seguinte oração:
Ó S. Brás, que recebestes de Deus o poder de proteger as pessoas contra as doenças da garganta e outros males, afastai de mim a doença que me aflige, conservai minha garganta sã e perfeita. Eu vos prometo, S. Brás, que minha fala será sempre de verdade e não de mentira, de justiça e não de calúnia, de bondade e não de aspereza, de compreensão e não de intransigência, de perdão e não de condenação..., de calma e não de irritação, de desapego e não de egoísmo..., de ânimo e não de derrotismo, de conformidade e não de lamúrias. De amor e não de ódio. De alegria e não de tristeza. De fé e não de descrença. De esperança e não de desespero. S. Brás, conservai minha garganta livre das doenças, a fim de que minhas palavras possam louvar a Deus, meu Criador, e agradecer a vós, meu protetor. Amém.
S. Oscar
801 - 865 - bispo - “Oscar” significa “Lança dos deuses”.
Missionário beneditino natural de França, conhecido como o “Apóstolo do Norte”, o evangelizador da Dinamarca, Suécia e Norte da Alemanha. Ali passou 40 anos evangelizando: destruídas as igrejas, ele as reconstruía; expulso, retornava; abatido, ele soerguia. Sua obra missionária, aparentemente inútil, haveria de um dia florescer e produzir fecundos frutos de fé nos corações.
Oração
Da criatura nova
Deus, nosso Pai, pelo poder do vosso Espírito, transformai nossas vidas e inclinai-nos à retidão e ao desejo de vos servir. Convertei-nos hoje à lei do amor e despojai-nos dos fardos inúteis. Como o semeador a lança sementes ao chão, plantemos em nós sonhos de esperança e confiemos no poder da fé e dos joelhos que se dobram ao chão. Não nos conformemos com a injustiça nem temos por normal a miséria humana. Jesus imperou sobre ventos, curou leprosos e cegos, tirou a Lázaro de sepulcro, foi traído, preso e pregado na cruz. Mesmo sendo Senhor, sentiu pavor e desespero, mas acreditou que o Pai estaria com ele até o fim. E porque acreditou, ressuscitou, e ao ressuscitar, glorioso, a pedra do Túmulo foi removida, as amarras que o prendiam partiram-se, e os apóstolo alegraram-se, pois o Senhor estava vivo e, com o Ressuscitado, tudo recomeçou, iluminou-se e recobrou sentido.
Os Cinco Minutos do Santos/ J. Alves
São Paulo, editora Ave-Maria.
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