Com 6.830 habitantes, Delfinópolis é conhecida como paraíso do ecoturismo. Aos pés da Serra da Canastra, a cidade atrai turistas de diferentes regiões para a prática de esportes de aventura, atividades náuticas e descanso em meio a natureza.
Entre os principais visitantes estão motoqueiros, jipeiros e ciclistas de cidades como Franca, Ribeirão Preto, Sertãozinho e Campinas que lotam o município especialmente nos finais de semana e feriados.
Isolada por uma barragem do Rio Grande, o acesso ao município, quando não feito por estradas de terras, ocorre apenas por meio de balsas, cuja espera pode levar mais de 3 horas em épocas como o Carnaval. A travessia dura em média 15 minutos e custa R$ 12, pagos no retorno.
Segundo Simone Aparecida Leite, secretária de Turismo de Delfinópolis, por fim de semana, de 700 a mil veículos chegam ao município pela balsa, vindos das mais diferentes localidades.
“No Centro de Apoio, por exemplo, recebemos em média 600 turistas por mês em busca de informações turísticas, porém nem todos que vêm até a cidade passam por aqui”, disse a secretária de Turismo.
Famosa pelos doces caseiros, queijos, alambiques de pinga e os artesanatos, a cidade tem 50 pousadas, muitas delas na zona rural, e 150 cachoeiras catalogadas pela Prefeitura. As mais conhecidas e procuradas pelos turistas são as do Complexo do Claro, do Paraíso, da Maria Augusta, do Vale do Céu, da Águas Quentes e da Maria Concebida.
Para visitar as cachoeiras, a maioria das propriedades, cobra uma taxa de manutenção.
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