Policiais investigados por propina têm tarefas administrativas


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O afastamento dos 15 policiais investigados pela Corregedoria da Polícia Militar, que desde o início do mês estão longe das pistas e realizando serviços internos em batalhões do Estado de São Paulo, não deve prejudicar o andamento da Operação Natal. Segundo o comandante do pelotão de policiamento rodoviário de Franca, tenente Cláudio Ferreira da Silva, outros soldados, cabos e sargentos já foram designados para atuarem na área do 3º Pelotão. “Em nenhum momento houve prejuízo na fiscalização e atuação da Polícia Militar Rodoviária de nossa região em decorrência do caso envolvendo os policiais investigados pela Corregedoria. O efetivo continua completo com o mesmo número de policiais”.

A Corregedoria da Polícia Militar ainda não concluiu o inquérito militar sobre as denúncias de um suposto esquema de recebimento de propina por parte de 15 policias rodoviários. Eles foram acusados de receber dinheiro de guincheiros para aumentar o número de veículos recolhidos ao pátio da Sitran em Ituverava. Soldados, cabos e um sargento foram afastados das fiscalizações e estão exercendo serviços internos e administrativos. 

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