DIG analisa imagens de câmeras de segurança


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As investigações em torno da morte do ourives tiveram início ainda durante a madrugada com a presença dos agentes da divisão de homicídios da DIG (Delegacia de Investigações Gerais). Além dos policiais, peritos do Instituto de Criminalística analisaram a cena do crime. Eles usaram luminol para tentar encontrar manchas de sangue em outras partes da sala.

Pela manhã, a mesma equipe da DIG voltou, conversou com comerciantes vizinhos e analisou novamente o local onde Giovanni foi assassinado. A Polícia Civil também analisou as imagens gravadas pela câmera de monitoramento eletrônico, que fica no cruzamento da Marechal Deodoro com a Rua do Comércio, na Praça Barão. “Não podemos descartar nenhuma hipótese, mas trabalhamos inicialmente com o crime de latrocínio. Ainda está sendo feito o levantamento se realmente foi levado algo do comerciante”, disse o delegado Daniel Paulo Radaelli. Ele também revelou que familiares da vítima devem ser ouvidos novamente ainda nesta semana para que a polícia possa cruzar informações sobre quem frequentava o escritório da vítima e quais teriam sido seus últimos passos antes do crime.

O corpo do ourives será sepultado às 9 horas de hoje no Cemitério da Saudade, com trabalhos da Funerária São Francisco.
 

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