O Natal está chegando. É tempo de escrever cartões para a família, comprar presentes, preparar a ceia, comer frutas secas e comemorar o fim de mais um ano.
As ruas já estão repletas de luzes, enfeites coloridos e bonequinhos dos mais variados tamanhos. Músicas natalinas embalam as avenidas com propagandas de lojas, que, por sua fez, costumam fechar bem mais tarde do que o habitual.
A propósito, o comércio fica a todo vapor. Brilhantes e decoradas, as vitrines parecem chamar pelo Papai Noel, como se quisessem dizer “Já comprou o presente que aquele menino pediu?”, “O que vamos dar para a Mariazinha?”, “Acho que o Joãozinho foi um bom garoto em 2011!”.
Há quem não acredite no bom velhinho. Mas há também aqueles que nunca se esquecem de escrever suas cartinhas para pedir o que desejam ganhar no Natal. Alex, Richard, Lauani e Bruna são desses.
Lauani Maximiano Silva, 4, resolveu pedir algo bastante inusitado: uma máquina de lavar roupa. Como ainda é criança, optou por uma de brinquedo. Embora não saiba onde o Papai Noel encontraria seu presente, acredita que o velhinho possa fabricá-lo em sua casa, no Polo Norte. Por isso, está tranqüila.
Richard Ferreira Gomide, 7, e Alex Alves Cintra, 5, partilham do mesmo desejo: um carrinho de controle remoto. Alex conta que costuma ver o brinquedo na TV e sonha poder ter um. Richard também quer o seu.
Bruna Rodrigues Souza, 5, adora bonecas e, no Natal passado, pediu uma ao Papai Noel. Hoje, com três delas para brincar, a menina só precisa de um carrinho para levá-las para passear e sabe onde o velhinho pode encontrar. “Tem uma loja no centro que tem um bem bonito”, sugeriu.
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