Conrad Murray, o médico acusado de ter provocado a morte do pop star Michael Jackson, foi condenado pelo crime de homicídio culposo e levou à pena máxima de quatro anos de prisão a serem cumpridos na cadeia de Los Angeles, por administrar uma alta dose de anestésico propofol no organismo do cantor. Ele também perdeu a licença médica e está proibido de exercer a função. A pena foi divulgada nesta terça-feira, dia 29, pelo Juiz Michael Pastor.
A Justiça negou o pedido da defesa do médico para que ele cumprisse liberdade condicional. Segundo Pastor, Conrad foi 'criminosamente negligente e realizou um experimento científico com um indivíduo vivo'.
Murray tem um crédito de 46 dias cumpridos. No entanto, de acordo com uma nova lei da Califórnia, é possível que o médico não fique na prisão do Estado, e sim numa prisão local, em que irá cumprir, no máximo, metade do período estipulado.
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