Para não dizer que foi um dia de derrotas na Câmara, o Executivo conseguiu aprovar, em segundo turno, o projeto que autoriza a criação de 60 cargas para preencher as necessidades do setor de Saúde. O Orçamento Fiscal do Município para 2012 também passou em primeira votação, mas com ameaças.
A proposta, que estima a receita e fixa as despesas da Prefeitura para 2012, voltará a ser discutida em duas semanas, desta vez com as emendas apresentadas pelos vereadores. Joaquim Ribeiro (PSB) foi direto no recado dado à bancada governista. “Hoje (ontem), votamos sim, mas se as emendas não forem aprovadas, votaremos contra.”
A oposição quer reduzir, de 15% para o índice oficial da inflação, o percentual do orçamento que o município tem direito de usar sem autorização da Câmara. “O orçamento não pode ser rejeitado só pelo fato de as emendas não passarem. Esta posição caracteriza que a questão é única e exclusiva de motivação política. Se a Câmara rejeitar, o prefeito, por decreto, poderá prevalecer o orçamento”, disse Jépy Pereira.
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