A dona de casa CS, 27, do Jardim Palmeiras, procurou a
polícia no final da noite de sábado para denunciar que teria sido agredida
e vítima de uma facada desferida pelo marido, auxiliar de serviços gerais
CJR, 34. No entanto ela se recusou a representar contra
o amado. “Eu só chamei a polícia para me levar ao pronto-socorro e dar
pontos no corte e não para ver meu marido preso”, disse a mulher a
escrivães que estavam no Plantão Policial na madrugada deste domingo.
A ocorrência, no local dos fatos, foi atendida por policiais militares. A
dona de casa, com a chegada da viatura, disse que teria sido agredida com
socos na cabeça desferidos pelo marido, além de uma facada no braço
esquerdo. O motivo da agressão estaria relacionado, segundo ela, a motivos
fúteis, “sem importância”. O acusado alegou que chegou em casa tarde da
noite, a mulher não gostou e por “vingança” se cortou com a faca. “Eu não
a agredi”, afirmou o auxiliar aos PMs.
Socorrida até o Pronto-socorro "Doutor Janjão", a dona de casa foi medicada,
liberada e apresentada, já no início da madrugada deste domingo, no Plantão
Policial. Quando soube que o marido poderia ser preso, a mulher se negou a
representar contra ele e revelou que só pediu ajuda policial para ser
socorrida.
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