Morreu Irineu Silva, presidente da Guarda Noturna de Franca


| Tempo de leitura: 2 min
Irineu foi velado no São Vicente de Paulo e sepultado às 16h do dia 9 no Cemitério Santo Agostinho
Irineu foi velado no São Vicente de Paulo e sepultado às 16h do dia 9 no Cemitério Santo Agostinho

Morreu na terça-feira (8), por volta das 21h00, na Unidade de Terapia Intensiva do Hospital São Joaquim/Unimed, aos 61 anos, Irineu Pereira da Silva, presidente da Guarda Noturna de Franca.

Segundo a família, no dia anterior (7), Irineu foi acometido por um AVC (Acidente Vascular Cerebral), o que o levou a imediata internação. Seu quadro clínico se agravou e ele morreu na noite do dia 8.

Era filho de Pedro Pereira da Silva e Conceição Gomes Batista e natural de Santo Inácio, no Paraná. Em 1968, aos 18 anos, arranjou emprego na Guarda Noturna daquela cidade, e assumiu plantões noturnos, que fazia montado em sua bicicleta. Na década de 1970, em viagem a Franca, recebeu convite para se tornar Relações Públicas da Guarda Noturna local. Aceitou e passou a residir na cidade. A partir de suas experiências no Paraná, iniciou ações que ajudaram a ampliar a aceitação pública ao trabalho da Guarda local. Sua dedicação e competência chamaram a atenção de seus líderes e, em decorrência, foi eleito em 1976, presidente da corporação, cargo que ocupou até sua morte.

Deixou, viúva, Maria Odete da Silva. O casal teve 3 filhos (Sandra, casada com Valdeci Carlos Pereira; Mirian, falecida; Ronaldo, casado com Maria Júlia, e Rodolfo) e 2 netas, Natália e Maria Paula.

Horácio Vieira dos Santos, irmão de Maria Odete, trabalha na Guarda Noturna há mais de 20 anos e acompanhou a dedicação do cunhado à Guarda. Inspetor-chefe da entidade, ele destaca que Irineu trabalhava muito e tratava os funcionários com atenção e bondade. ‘Era um guerreiro. Vivia querendo resolver os problemas de todo mundo. Chegava a se interessar pela vida pessoal de cada comandado, para ajudar. Era como um pai.’

A nora Maria Júlia fez questão de contar que Irineu colaborava com várias instituições de caridade e não hesitava em ajudar a quem dele, ou da corporação, precisasse: “Sempre que alguém necessitava de auxílio, costumava recorrer a ele sem medo porque todo mundo conhecia o bom coração que tinha.”

A filha Sandra conta que o pai, apesar de não ter nascido em Franca, considerava-se francano de coração. Fazia questão de participar de atos públicos tradicionais da cidade, sempre representando a Guarda, a exemplo dos desfiles de 7 de Setembro. “Ficava muito empolgado. Tinha verdadeiro orgulho do serviço que praticava em prol da cidade.”

Fale com o GCN/Sampi!
Tem alguma sugestão de pauta ou quer apontar uma correção?
Clique aqui e fale com nossos repórteres.

Comentários

Comentários