‘60 anos de prisão’


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Acompanho o caso de Padre Dé desde o início. O noticiário deste Comércio foi muito claro e imparcial. Foi colocado o direito de defesa e de resposta a quem esteve envolvido. A sentença judicial é de primeira instância e cabe recurso, mas, acredito que para chegar a uma sentença dessa o Juiz teve muitas provas convincentes no processo que corria em segredo de justiça. O tempo que Padre Dé tem que cumprir preso, em meu ponto de vista, foi muito rigoroso, embora eu não seja contra. Ele é uma pessoa com 76 anos de idade. O crime foi grave? Foi, mas temos que pesar, na balança, as atitudes que ele praticou ao longo da vida. Acredito que ele tenha uma perturbação, mas uma pena assim, tão grande?! Vemos bandidos matarem e roubarem e as penas são irrisórias. Em minha opinião ele já foi punido de todas as formas pela sociedade. Que Deus tenha piedade dele.
Delci Liberti
Franca - SP

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Independente de ser ele culpado ou inocente, vai acertar suas contas é com Deus, e não cabe a nós julgar ou defender. (...) em todas as religiões já houve quem desse problema, não só a católica. Somos todos pecadores. (...) devemos procurar nossa religião e trabalhar, e prosperar para Jesus, Deus, Jeová, Iavé, Senhor, como quiserem, mas sem olhar os erros dos outros porque, com certeza, tem alguém olhando para os nossos. (...)
Kris
Franca - SP

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Que a justiça seja feita, senão pelas mãos dos homens, por aquele que tudo vê. (O padre) não sairá impune se, realmente, não for inocente. (...) sou evangélica, não prego igreja. Pelo contrário, acho que a pessoa não deve seguir placa de igreja e sim, seguir o que diz a Bíblia, independente da religião. E nela está que ‘nem todos de Israel são israelitas’. Devemos seguir a Cristo, não aos homens. Coisa errada se acha em qualquer lugar.
Patrícia
Franca - SP

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Ainda bem que justiça está sendo feita. Espero também que não nos esqueçamos daqueles que, infelizmente, se dizem pastores, para que se faça justiça também. Pregam um Deus que, realmente, não conhecem e nem respeitam.
Aparecida
Franca - SP

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A condenação está aí e não há que se falar em inocência. Será que alguém ainda acha que o tribunal superior vai reverter, por integral, a sentença do juiz de 1ª instância? No máximo, o que vai se conseguir pela defesa, é uma redução de pena!
Leonardo
Franca - SP

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