Onde a violência fica ainda muito pior


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A violência é detestável em qualquer lugar, mas em certas situações fica muito pior. Como, por exemplo, num encontro esportivo, onde deveria prevalecer a amizade e a confraternização, até como exemplo às crianças e jovens que estão praticando ou assistindo a competição. Infelizmente, o que tem acontecido até com certa frequência em nossos campos de várzea ou de chacrobol é exatamente o contrário, com torcedores e diretores das equipes invadindo o local, agredindo árbitros, contrariando totalmente o espírito esportivo que deveria reinar. Ainda recentemente assisti ao filme Para sempre, Vencedor, onde o treinador, um professor bem preparado e equilibrado, pregava que o mais importante não é fazer um time campeão, mas formar jovens vencedores e de caráter. Quantas vezes já tive oportunidade de ver pais e mães de garotos sendo os primeiros a perder literalmente a esportiva, como se o time de seu filho tivesse que ser o campeão a qualquer custo, mesmo passando por cima de tudo e dando o pior exemplo às crianças. Mais tarde, elas vão pensar que tudo deve ser resolvido nessa base, à custa de violência e sem o menor respeito ao adversário. Vão se esquecer do mais importante que o esporte ensina: melhorar o físico e a mente, fazendo novos e bons amigos.

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