Quando vereador, criamos o Museu da Imagem e do Som, com a finalidade de reunir e mostrar peças e acervo desse segmento e demos denominação do artista plástico Bonaventura Cariolatto. Acontece que, atualmente, o MIS ocupa um acanhado espaço na sede da Feac, numa sala onde seu diretor, Luís Cláudio Bassoteli, mantém apenas um arquivo eletrônico para consultas pela internet, além de fotos que são expostas esporadicamente. Não há espaço para a exibição de peças, como antigos modelos de transmissores, mesas de som e aparelhos de rádio e televisão, mesmo sabendo da intenção de vários francanos em fazer doações. Tudo o que o Museu da Imagem e do Som possui encontra-se amontoado numa sala fechada nas dependências do ginásio poliesportivo. Uma pena que isto aconteça. Não sabemos qual a intenção do prefeito Sidnei Rocha para o futuro, quando e se vai mesmo ser construída a Casa da Cultura na praça do Cemitério da Saudade, mas por enquanto o MIS virou um museu virtual. Ele funciona precariamente junto com a pinacoteca, naquela casa ao lado da Escola Coronel Francisco Martins, onde viveu a família de Cariolatto. Merecia mais destaque.
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