Zelador diz que casos similares são frequentes


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A testemunha do ato libidinoso, o zelador LAG, 41, foi quem ligou para a polícia e contou o que tinha acontecido. O funcionário disse que uma outra pessoa viu o acusado com o pênis ereto e a criança ao lado. “Eu vi que as portas estavam fechadas e fui me arrastando e olhado embaixo delas. Depois subi no sanitário no banheiro do cadeirante e, quando olhei por cima, vi o homem com o menino. Ele percebeu e abriu a porta tentando correr. Foi quando eu o segurei e chamei outras pessoas para me ajudar.”

O funcionário afirma que outros casos similares já ocorreram no banheiro. Segundo ele, as pessoas aproveitam quando ele se ausenta para praticar atos libidinosos e usar drogas. “Aqui é complicado. É direto isso aí.”

Segundo a polícia, não existem ocorrências similares à registrada ontem na delegacia. João Marcos Rodrigues, presidente da Emdef, empresa que administra o terminal, informou que também desconhece a denúncia do zelador, que é ligado à empresa de ônibus, mas que irá notificar a São José sobre o ocorrido para que tome providências.

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