Morreu o ex-agente funerário José Junqueira da Silveira, aos 84 anos


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José Junqueira da Silveira, o Zé da Motoca, será sepultado hoje no Jardim das Oliveiras
José Junqueira da Silveira, o Zé da Motoca, será sepultado hoje no Jardim das Oliveiras

Morreu ontem, aos 84 anos, José Junqueira da Silveira, pai do diretor da Funerária Nova Franca, José Roberto da Silveira. Portador de cardiopatia, teve várias internações no último ano. Ultimamente, comparecia ao hospital a curtos intervalos, submetendo-se a tratamento conversador. Estava em sua casa ontem, quando sentiu-se mal. Transferido ao Regional, teve complicações que o levaram ao Centro de Tratamento Intensivo, mas moreu13h15. Teve morte atestada como parada cardiorrespiratória causada por cardiopatia crônica, segundo informou seu amigo Gérson Ferreira Tovato, também da Funerária Nova Franca.

Era natural de Guapuã (hoje, Cristais Paulista). Lá, casou-se com Aparecida Alves Silveira. Mudou-se com ela para Apucarana, no Paraná, e dedicou-se a dirigir caminhões fretados. Lá, nasceram seus 5 filhos, o cirurgião-dentista Carlos Alberto Alves Silveira, casado com Letícia Sandoval; a escrevente aposentada Jane Silveira Souza, casada com Wilson; o empresário e dono da Funerária Nova Franca, José Roberto Alves Silveira, casado com Kátia Miriam; a funcionária pública aposentada Lúcia Helena Silveira Pimenta, casada com Dorandi Pimenta; e o funcionário público Paulo Roberto Alves Silveira, casado com Silvanete. Dos enlaces dos filhos, José e Aparecida tiveram 14 netos (Gabriel, Yasmin, Lucas, Milena, Eduardo, Guilherme, Andressa, Flávio Henrique, Ana Paula, Roberta, Rodrigo, Rafael, Vinícius e Rafael) e 3 bisnetos (João Victor, Samuel e Felipe).

Seu filho José Roberto veio para Franca e aqui fundou a Guarda Noturna. Mais alguns anos e decidiu-se por abrir, em 1982, com o primo Antônio Amélio, a Funerária Francana. Os negócios prosperaram e, então, fez convite ao pai, para que deixasse Apucarana e, com a família, viesse para Franca. Ele aceitou. Por mais de 10 anos atuou na Funerária Francana como agente e vendedor de planos funerários. Trabalhava com uma moto e se tornou conhecido como ‘Zé da Motoca’. Do trabalho, pai e filho compuseram recursos que resultaram em estímulo à formação educacional dos irmãos. Posteriormente, seu filho José Roberto terminaria a sociedade que resultou na Funerária Francana e fundaria nova empresa na área, a Funerária Nova Franca, mas o pai, já aposentado, preferiu dedicar-se integralmente à família. Viveu seus últimos anos curtindo os netos, bisnetos e participando de pescarias com os amigos, um de seus hobbies preferidos. Outro, era tratar muito bem de uma perua Belina, que adquiriu há muitos anos e da qual jamais se descuidou. A maioria de suas viagens, em visita a parentes em Apucarana, as fez dirigindo o automóvel.

O velório acontece na sala 1 do São Vicente de Paulo. O sepultamento está marcado para as 10 horas de hoje, no Cemitério Jardim das Oliveiras.

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