Polícia persegue e prende assaltante no Aeroporto II


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CAÇADA - Policiais buscam nas ruas do Complexo do Aeroporto parte da quadrilha que abandonou o carro
CAÇADA - Policiais buscam nas ruas do Complexo do Aeroporto parte da quadrilha que abandonou o carro

A Polícia Militar prendeu na tarde de ontem o cabeleireiro Erick da Silva Romero, 25, morador no Jardim Aeroporto II. Ele é acusado de fazer parte de uma quadrilha de assaltantes e foi preso em flagrante no momento em que daria fuga aos comparsas. O grupo roubou uma loja de celular no Jardim Noêmia, de onde levaram dezenas de aparelhos celulares, vários pen drives e cartões de celulares. A mercadoria foi recuperada. Os demais integrantes do bando foram identificados, mas não foram presos.

O roubo foi em uma loja de celulares na Avenida Chafic Facuri, por volta das 15h30. De acordo com a polícia, o cabeleireiro parou seu carro perto do local enquanto outros três suspeitos - já identificados e moradores no Jardim Aeroporto - saíram do veículo em direção ao estabelecimento. Usando os capuzes das blusas para esconder o rosto e armados com uma garrucha e uma faca, os marginais invadiram o local anunciando o crime. Eles pegaram todos os aparelhos celulares em exposição, além de outros objetos, entre eles o computador da loja.

A ação dos bandidos começou a dar errado quando um policial militar à paisana viu o trio sair correndo de dentro da loja e entrar no carro. Ele fazia comprar em um supermercado perto do local e acionou o 190. “O policial seguiu o carro dos assaltantes e por celular foi passando as informações para o Copom. Ele viu quando três dos suspeitos desceram do veículo e fugiram em direção a um pasto às margens da Rodovia Ronan Rocha. Enquanto isso, outra viatura fazia a abordagem do rapaz que dirigia o carro para a quadrilha”, disse o capitão Max, da Polícia Militar.

O cabeleireiro confessou que ajudou os demais comparsas na fuga. Aos policias ele disse que sua atitude “foi um minuto de bobeira”. Erick alegou que não havia um planejamento. “Não sou bandido. Eu trabalho. Eles chegaram e me chamaram para fazer o roubo, mas eu não entrei na loja. Fiquei no carro para ajudar na fuga”, disse o cabeleireiro.
 

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