E a minha amiga se casou...!


| Tempo de leitura: 1 min

Estranho esse gosto de alegria: ver a minha melhor amiga casada.

Estranho no sentido de confuso, aqui dentro de mim, esse sabor de alegria com emoção, com curiosidade, com aquela pontinha de saudade já, dos tempos antigos.

Nada morreu, nada se perdeu, apenas se modificou. Ela cresceu, eu cresci e juntas estamos, novamente, compartilhando momentos decisivos, alegres e que marcarão nossas vidas.

Coincidentemente ou não, ontem terminei de ler um livro, ‘Crocodilo sonhador’, de Vanda Amorim, no qual a melhor amiga da personagem central se chama Bia, exatamente o nome de minha amiga.

De repente, parecia que eu estava trazendo aquela história pro momento de ontem: amigas, cumplicidade e acontecimentos marcantes. E terminei a leitura do livro com ainda mais curiosidade pela história e um desejo de final feliz, justamente como desejo que seja vida dela daqui pra frente e sempre.

Analisando a situação de forma ‘panorâmica’, concluo que a amizade é algo que não muda.

Porque apesar do tempo que passa, dos lugares que se distanciam, dos afazeres e compromissos que se adiam, a cumplicidade conquistada e adquirida entre duas pessoas, quando verdadeira, não faz nada disso se perder.

Então, mesmo que a gente já não vá aos mesmos lugares e nem se veja diariamente, como há alguns bons anos atrás (risos) a conversa aberta, franca e especial que temos será sempre a mesma. Ela será pra sempre meu diário-vivo e espero, com a certeza que sim, que será recíproco.

Estou particularmente ‘mais’ feliz por ela.

E ao contrário do que diz Vinicius de Moraes sobre o amor-romântico, creio que em se tratando de amizade, não há eterno enquanto dure, porque uma vez AMIZADE, é eterno e ponto.

Fale com o GCN/Sampi!
Tem alguma sugestão de pauta ou quer apontar uma correção?
Clique aqui e fale com nossos repórteres.

Comentários

Comentários