Debate


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Por questão de saúde não pude estar presente (na Câmara), mas fiquei arrepiada quando vi a matéria no jornal e o vídeo no GCN.net (disponível aqui). Também fiquei orgulhosa pelos estudantes, pois tenho questionado a falta de envolvimento político da atual juventude. Parabéns para quem foi. Fiquei triste por não poder estar lá. Fiquemos atentos aos que deveriam nos representar e não o fazem como realmente deveriam fazê-lo.
Luzia
Franca - SP

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Quanta baboseira essas pessoas escreveram. Quem esteve lá na Câmara foi, sim, um bando de baderneiros, é só assistir o vídeo que esta postado no site do jornal (leia). Dez pessoas estavam com a senhora Viviane Araújo, que em tempos atrás usava da tribuna da Câmara para elogiar a atuação dos vereadores. Um bom número de professores lá estava por ter um capítulo da Lei Orgânica dedicado a eles, e só. Representação popular eu entendo que seja sindicato dos trabalhadores, entidades sociais, centros comunitários, Acif etc., e nenhum desses estavam lá. Foram distribuídos panfletos no centro da cidade e nem assim apareceu o povo. Os alunos da Unesp foram por terem sidos convocados pelo PSOL, partido de extrema esquerda, um partido que não gosta nem dele mesmo.. Então, Vivane Araújo, não fale o que não aconteceu. Como pretensa candidata a vereadora já está fazendo o que muitos políticos fazem, mentindo. (...)
Luiz Carlos Silva
Franca - SP

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Na minha opinião não ouve manifesto e sim, baderneiros, com falta do que fazer. Acho que cada categoria que corra atrás de seus aumentos de salário e afins e não fique acusando quem está correndo atrás do seu. Comecem, senhores estudantes, a ler mais jornal, a assistirem telejornais. Salários milionários são aprovados diariamente em Brasília e nada é feito. Façam-me o favor de ver a luta dos bancários e dos (funcionários) dos correios. Cada um correndo atrás do seu. Comecem a correr atrás do de vocês, senhores professores e não (fiquem) usando esses bodes expiatórios (sic) para fazerem baderna. Eu assisti tudo pela televisão e não vi, sequer, um professor se manifestar contra nada. Só usaram esses que se dizem estudante. Que belo exemplo, aff!
Jacqueline
Franca - SP

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Senhores Jacqueline e Luís Carlos Silva (que devem ser a mesma pessoa): para o total e completo desespero dos edis, a população francana compareceu à Câmara (estudantes, professores, donas de casa, empresários, profissionais liberais. Um líder comunitário do Jardim Aeroporto concedeu entrevista à televisão). Os vereadores tiveram de se conscientizar que são representantes da voz do povo e não um bando de crianças mimadas e cheias de vontades, fazendo o que bem entendem. Eu entendo a frustração de políticos que nunca foram afrontados por seus patrões (nós, o povo que os elege), fato que nunca havia acontecido, mas a partir de agora o povo tomou gosto. Vai acontecer com frequência. Toda a população está orgulhosa por essa demonstração de cidadania dos francanos. Quanto aos políticos e demais que foram contrariados, podem espernear à vontade, pois “os cães ladram e a caravana passa”.
Marcos
Franca - SP

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Faço parte do Domínio Público, coletivo de Movimento Estudantil da UNESP e que fez parte da mobilização. Quanto à questão de que não somos de Franca (levantada por alguns, esta semana) apenas supõe o ranço xenofóbico dos vereadores, pois sou nascido e criado aqui (mas) mesmo se fosse de fora, lembro que estudantes pagam impostos, IPTU, água, luz e etc. Temos que nos mobilizar ainda mais. Convido a todos a participar de uma de nossas reuniões que acontecerá na praça da Catedral, quinta-feira, às 17 horas, (...). “Ou os estudantes se identificam com o destino do seu povo, com ele sofrendo a mesma luta, ou se dissociam do seu povo, e nesse caso, serão aliados daqueles que exploram o povo”, (disse) Florestan Fernandes.
Kelson Antônio Maximiano
Franca - SP

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