O movimento sindical que reuniu aproximadamente 4 mil funcionários dos Correios não conseguiu negociar as reivindicações da categoria com o Governo Federal e, até as 20h40 de ontem, 31 dos 35 sindicatos da categoria não haviam aceitado a proposta de reajuste salarial apresentada.
A greve deve se estender ao menos até a próxima segunda-feira, quando haverá nova assembleia no Tribunal Superior do Trabalho, em Brasília. “Ninguém está se recusando a trabalhar, a categoria só não quer que o holerite venha com os dias de greve descontados e isso fique registrado como uma punição”, explicou Carlos Decourt Neto, presidente do Sindicato dos Trabalhadores dos Correios de Ribeirão Preto, responsável pela categoria em Franca e mais 91 cidades. Já nos bancos, o movimento grevista tem mantido a média de adesão desde o seu início há 10 dias. Ontem, além das quatro unidades da Caixa Econômica Federal em Franca e as agências de Ituverava e São Joaquim da Barra, os bancos Santander na Rua do Comércio e Monsenhor Rosa e Bradesco, também na Monsenhor Rosa (unidades próximas à antiga sede central da AEC), foram fechadas após a presença de membros do Sindicato. O Bradesco retomou o atendimento após o meio-dia.
O Sindicato espera que, a partir de hoje, funcionários do Banco do Brasil de Franca e região decidam apoiar a greve e interrompam o atendimento nas agências.
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