Semana do Idoso: algumas considerações


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Na última terça-feira, 27 de setembro, o calendário marcou o Dia Internacional do Idoso. É importante começar uma reflexão a respeito, lembrando que cresce acentuadamente o número de pessoas da chamada terceira idade ou mais do que isso não apenas no Brasil, mas em todo o mundo. Antigamente, a previsão de vida batia nos 50 ou 60 anos, mas hoje essa média subiu cerca de duas décadas, em razão da qualidade de vida e dos recursos modernos da Medicina. Por isso, é da maior importância que essa faixa de idade esteja sempre consciente que não basta viver muitos anos, mas é necessário colocar mais vida nos anos vividos. Para isso, alguns fatores são importantes: jamais aposentar-se e ficar sem mais nenhuma atividade. É preciso estar preparado para quando a aposentadoria chegar dedicando-se a alguma coisa que o faça sentir-se útil. Outra coisa é a atividade física. Conheço vários idosos que ostentam mais saúde do que muitos jovens, praticando diariamente uma caminhada, natação ou outro esporte que não seja agressivo ao físico. Reaprender a comer, evitando os exageros para não ficar com sobrepeso, assim como moderar o consumo de bebidas alcoólicas. Alguns se aposentam e passam a fazer jornada integral nos bares, o que os leva embora mais cedo. Tudo é permitido, sem exageros, conforme lembram os médicos. É essencial também a convivência, o carinho e a atenção de familiares e amigos. O isolamento entristece e deprime. Se algum dos seus encontra-se no abandono, esquecido num asilo, sem visitas e sem um bate-papo, lembre-se que receberemos lá na frente o que fizermos aqui e agora. E só não fica velho quem morre cedo. O que é pior.

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