Na Rua Constantino Lopes, no Jardim Vera Cruz 3, há sete anos um terreno baldio tem tirado o sossego dos vizinhos. Com uma área de praticamente um quarteirão, o local tem servido como depósito de lixo e, por conta da escuridão à noite, ainda é usado por casais para prática de sexo.
O trabalhador autônomo Jerônimo Conceição Garcia, de 52 anos, que mora em frente ao terreno, diz que não vê a hora de a praça ser construída. Ele afirma já ter perdido a conta do número de vezes em que se deparou com pessoas jogando lixo no local. “Não tem jeito. Até reclamo, falo, mas eles (os carroceiros) não se incomodam e jogam tudo aí.” Ele também quase foi agredido por causa do terreno. “Como é escuro, muita gente vem aqui para namorar. Um dia até flagrei um casal fazendo sexo dentro do carro na frente do meu portão. Fui reclamar e quase apanhei.”
No prolongamento da Vila Santa Rita, o problema se repete. Na Rua Conceição Cárceres Munhoz, um terreno da Prefeitura também é alvo de muitas queixas.
“Aqui é terrível. Já achei rato e barata em casa que vieram desta área. Agora só falta vir escorpião. É muito lixo e mato acumulado”, disse uma vizinha do terreno que pediu para não ser identificada. Ela espera que a construção da praça resolva o problema.
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