2011 foi eleito pela ONU ( Organização das Nações Unidas) “Ano Internacional das Florestas”. O objetivo é sensibilizar todas as pessoas para a importância da preservação das florestas se quisermos ter a vida garantida no planeta. As florestas cobrem 31% da superfície terrestre. Têm responsabilidade direta pela garantia da sobrevivência dos humanos que são 1,6 bilhões em cima do planeta. Muita gente.
Ouvimos falar dessa importância na mídia, na escola, nos clubes, nos filmes... Mas será que sabemos avaliar mesmo o grau dessa importância? O biólogo Ricardo Alvim, um amigão das árvores, as apelidou de fábricas de saúde. Ele listou alguns benefícios que elas trazem para a vida de todos os seres vivos. Vamos citá-los.
As árvores produzem oxigênio, vital para a vida humana. Filtram parte da poluição do ar. Absorvem até 70% da água da chuva, reduzindo o risco de enchentes. Aumentam a umidade do ar. Garantem sombra para humanos e animais. São abrigos para passa-rinhos. Reduzem a temperatura, deixando os ambientes mais fresquinhos. As árvores também absorvem o barulho, a iluminação e a poeira excessivas que vêm das ruas. São verdadeiras esponjas de limpeza.
Por tudo isso os humanos deveriam preservar as árvores existentes e plantar ou-tras para substituir as que morrem. Toda criança pode se tornar zeladora das árvores, ajudando a cuidar delas e pedindo aos adultos que não as cortem ou podem sem autorização da prefeitura. E mais: toda criança deveria plantar uma árvore que a acompanhasse pela vida a fora. Em alguns países há lei que incentiva pais a plantarem uma árvore quando nasce uma criança. Assim, árvore e criança crescem juntos.
O Horto Florestal de Franca oferece mu-dinhas para serem plantadas em jardins ou quintais. As mudas devem ser apropriadas ao nosso clima. Não podemos plantar árvores de clima frio em regiões quentes. Nem árvores de clima quente em regiões frias. Também não é conveniente plantar árvores de outros países, ainda que sejam de clima parecido. Elas não evoluem bem. Ficam meio estranhas em ambiente que não é propício.
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