Segundo dados da OMS (Organização Mundial da Saúde), 10% da população de cães e gatos estão em estado de abandono. Em busca de amenizar esse quadro, Aleni Papacidero, coordenadora da “Cão Que Mia”, montou sua própria clínica de castração. Eles utilizam a técnica da castração com gancho, que é mais simples e menos dolorosa.
“Nós doávamos os bichos na feirinha e não tínhamos onde castrar. Conseguimos umas veterinárias para fazer para a gente, mas elas alugavam as clínicas e, de qualquer forma, ficava caro”, disse Aleni.
Quando a adoção acontece e o animal não está castrado, como no caso daqueles levados pela população, a saída é pagar. Além da clínica de Aleni, o grupo “Turma do Abrigo” também realiza as operações. Para animais de até 10 kg, a castração custa R$ 60. Para os mais pesados, o preço varia de R$ 70 a R$ 80. Outra saída é buscar ajuda da Prefeitura, que faz 150 castrações mensais gratuitas.
Quem adota assina termo de responsabilidade sobre o animal, assumindo que não irá abandoná-lo. Quem deixa para adoção também assina um termo garantindo que irá buscar o animal em caso de não adoção.
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