Inflação colaborou para o aumento


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Em um ano, a arrecadação cresceu 7,4%. O número ficou bem próximo da inflação de 2011, que ficou entre 6,5 e 7%. “Ela (arrecadação) segue mais ou menos o ritmo dos preços. Não há tanta corrosão de valores como tinha no passado em função de uma inflação absurda. Isso não provoca tanta erosão das contas públicas”, disse o economista Hélio Braga.

José Alexandre Carmo Jorge, presidente da Acif (Associação do Comércio e da Indústria de Franca), explica que o comércio não é a principal fonte de impostos. Ele aponta as contas de energia elétrica e de telefonia com as maiores geradoras de “renda” para o governo. José Alexandre acredita ainda que o aumento no preço dos combustíveis e a maior venda de carros contribuíram para o crescimento da arrecadação.

O presidente da Acif faz questão de deixar claro que a maior arrecadação de impostos não está ligada diretamente ao aquecimento da economia. “É meio fictícia essa arrecadação de impostos. Houve uma injeção de ânimo na economia, mas não é só isso. Pé no chão, calma. Nós arrecadamos impostos, mas teve a inflação que reajustou os valores ao longo do ano todo.”
 

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