‘Não’ à superlotação


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Trabalhadores que não moram nos bairros onde os ônibus fazem final de linha serão deixados nos pontos, principalmente de manhã e à tarde. Dou um exemplo: um ônibus que sai do Vera Cruz não vai pegar ninguém na Avenida José da Silva, pois ele já passa lotado no Leporace. A pergunta é: quem vai pagar o dia de serviço desses trabalhadores que vão ficar nos pontos?
Luiz Carlos
Franca - SP

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Muito simples. Façam um acordo ou decretem que as empresas liberem seus funcionários em tempos diferentes. Exemplo: algumas empresas liberam às 16:45 horas, outras, às 16:55 e outras, ainda, às 17:05 horas. Assim, em conformidade com o número de ônibus disponíveis para esses horários. Isso desafogaria até o trânsito do Distrito Industrial, Leporace, a Dom Pedro etc. Parto do que observei em um ponto de ônibus por volta de 18:20 horas, próximo ao Castelinho. Num período de 11 minutos passaram 4 ônibus “Aeroporto 3” sendo que, nos 3 primeiros tinha gente saindo pelas janelas e o quarto passou vazio. Então, que não se reúna todos os trabalhadores em um só tempo nos pontos da cidade.
Ricardo
Franca - SP
 

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