Quadrilha rouba posto na Cândido Portinari


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Uma série de assaltos foi registrada pela polícia nas últimas horas em Franca e região. Ontem foram dois roubos durante o dia e uma tentativa (leia mais em texto no site). O caso mais grave aconteceu na madrugada de domingo em Cristais Paulista. Uma quadrilha assaltou um posto de combustíveis às margens da Rodovia Cândido Portinari. A ação violenta de cinco assaltantes rendeu ao bando R$ 1,2 mil que estavam no caixa da loja de conveniências, além de uma certa quantia não revelada, que estava no escritório do posto.

O roubo foi por volta das duas horas da manhã. O primeiro a ser dominado pela quadrilha foi o frentista ARB, 34. Ele contou para a polícia que um veículo com cinco homens parou na bomba para abastecer. A vítima disse que pensava que se tratava de clientes e, ao se aproximar, foi rendida por dois assaltantes, que saíram do carro armados. Ainda segundo a vítima, os outros marginais desceram e foram em direção à loja de conveniências, onde renderam mais dois funcionários do local.

O bando estava com revólveres calibre 38 e também pistolas. Os cinco integrantes usavam capuzes e faziam ameaças, dizendo que nada iria acontecer de ruim se todos colaborassem. As vítimas foram obrigadas a ficar com suas cabeças abaixadas a todo momento, sendo impedidas de olhar para os criminosos. Em determinado momento, os assaltantes mandaram os funcionários do posto a se deitarem no chão.

Durante o crime, a quadrilha se dividiu. Parte ficou na loja com os balconistas JG, 32, e SO, 24. Os demais foram com o frentista para a porta do escritório, onde é realizada a contagem do dinheiro e o depósito no cofre. Para entrar na sala onde estava o dinheiro, os marginais quebraram a parede com uma marreta. Do escritório os criminosos levaram uma certa quantia não revelada, já da loja foram R$ 1,2 mil.

A ação durou pouco mais de cinco minutos. De acordo com a Polícia Civil de Cristais Paulista, que registrou o caso, os assaltantes planejaram a execução do roubo, uma vez que danificaram a parede no local exato onde os frentistas fazem o depósito do dinheiro durante o trabalho - o chamado “descarrego”.

Imagens do circuito de segurança do posto podem ajudar a polícia na investigação do crime, que segue a cargo dos agentes da DIG (Delegacia de Investigações Gerais) e dos policiais civis de Cristais Paulista. Com a gravação, os investigadores tentam identificar o tipo de veículo que foi usado pela quadrilha.

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