Chefe da Vigilância alerta que uso de venenos deve ser criterioso


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A Prefeitura recebeu mais de 30 queixas de invasão de ratos em imóveis entre janeiro e junho de 2011. O chefe de vigilância em saúde, Fernando Baldochi, disse que as pessoas devem acionar os fiscais para receberem orientações de como controlar a população dos animais. “A Prefeitura não realiza nenhum serviço em locais particulares, mas orienta os moradores”, disse Fernando Baldochi.

A primeira medida é descobrir qual o tipo de rato que aparece nas casas. Existem três tipos: as ratazanas, que vivem nas redes de esgoto e circulam por até 150 metros do ninho; os ratos que “moram” no porão e forro das casas e se distanciam até 50 metros da toca e os camundongos que ficam dentro da casa e andam no máximo cinco metros do ninho.

Depois, os fiscais avaliam as condições dos locais onde os ratos aparecem para saber se há oferta de alimento e abrigo. Baldochi disse que o uso de veneno é a última opção adotada e deve ser criterioso. Alguns produtos podem provocar o chamado efeito rebote e os animais espalharem. “Alguns venenos provocam a morte assim que o bicho o ingere e os ratos associam o alimento à morte e param de comer. Então morrem poucos indivíduos em tempo curto.”

Fiscais da Vigilância Ambiental estiveram numa das residências do Bairro São Joaquim ontem e encontraram telhas e pneus, que podem servir de abrigo para os animais. A equipe deve retornar hoje para orientar os moradores.
 

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