Os quinze réus citados nas quatro ações civis públicas movidas pela Procuradoria da República não foram encontrados para comentar o caso.
Virgílio Brazão de Paula, cujo nome é citado como responsável por três das quatro farmácias denunciadas, não estava em sua casa. O homem que atendeu ao telefone e se identificou apenas como Juca disse que Virgílio viajou para uma cidade do Estado de Goiás na manhã de terça-feira e que estava incomunicável.
Graciela Brazão de Paula, citada em dois processos, não retornou as ligações efetuadas para o seu consultório. Sua secretária Priscila foi quem atendeu aos telefonemas.
Os demais réus não foram encontrados. As farmácias citadas pertencem hoje a novos donos que não possuem os contatos dos anteriores. Na lista telefônica, os nomes dos mesmos também não constam.
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