Ainda, o debate


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Agradeço ao leitor Sr. Dársio Cândido Batista por comentar a minha carta (leia aqui). Contudo, não é preciso pedir para os órgãos fiscalizadores exporem estatísticas de trânsito. A imprensa já faz isso em forma de matérias. (Pode-se ler) aposentada foi atropelada, comerciante morreu em colisão, duas pessoas ficaram feridas num acidente de trânsito, motorista bêbado é preso após atropelar e fugir. Logo, Sr. Dársio, as estatísticas ajudam, mas o que pode mesmo resolver problema desta violência no trânsito é fiscalização mais dura aos condutores que se enquadram num perfil mais violento. E mais: o papel da polícia no trânsito é fiscalizar. Está na lei. E se um policial ou o guarda surpreender um condutor fazendo algo errado, que seja feita e aplicada a multa. Foi o condutor que se prejudicou financeiramente. Ele deu causa. Mas volto a insistir, os órgãos fiscalizadores têm que voltar suas energias para os arruaceiros. Hoje a multa é a sanção mais rápida. E, infelizmente, só (acontece) reeducação quando existe sentimento de punibilidade presente. Como disse, infelizmente.

Janaína Baptista Cardoso
Franca - SP

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