Em debate


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O que temos aqui é uma discussão vazia e prolixa. Se continuarmos privilegiando partes da sociedade por cor, opção sexual, lugar de nascimento ou coisas que o valham, criaremos um monstro que irá nos devorar lá na frente. Regalia a quem quer que seja gera conta a ser paga por todos. Não me agrada a ideia de pagar a conta das ditas minorias. Brevemente teremos que criar cotas para quem não pertence a nenhum tipo de pseudo-minoria, Quer ser gay? Beleza. Quer ter união estável? Beleza. Só respeitem quem pensa ao contrário e tem, na família tradicional, seu modo de viver! Estamos criando super-cidadãos que, por escolha própria, se julgam discriminados e perseguidos. Vão trabalhar, produzir para este grande País prosperar. E que suas preferências sexuais fiquem restritas às casas de vocês!!!
Geraldo
Franca - SP

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Concordo com a leitora Cristina (leia aqui) sobre a necessidade de auto-afirmação dos casais homossexuais. Creio que, hoje, vivemos uma verdadeira ‘revolução homossexual’, algo como a revolução feminista dos anos 1960. Estamos sendo massacrados por propaganda homossexual (novelas, paradas GLS etc.). Porém, não podemos tolerar que os homossexuais queiram calar as vozes contrárias a eles. Goebbels (Ministro da Propaganda Nazista) convenceu um povo culto – o alemão – que eliminar minorias (judeus, ciganos, homossexuais etc.) era correto. Para isso, usou propaganda em massa e calou seus opositores. A meu ver, a tentativa de remoção do outdoor evangélico em Ribeirão Preto viola o direito de liberdade religiosa: em momento algum o pastor incita a discriminação ou violência. Apenas afirma que, pela religião dele, os homossexuais estão em pecado.
Luís Carlos Martins Botta
Franca - SP

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