A Santa Casa negou que tenha interrompido o Pré-AME em outubro do ano passado. Em resposta enviada por e-mail ao Comércio na última sexta-feira, a assessoria de imprensa do hospital disse que o fechamento oficial ocorreu em junho deste ano - mesmo período em que a instituição anunciou sua crise financeira e cortou exames, cirurgias eletivas e consultas aos municípios da região.
Ainda de acordo com a assessoria, o valor pago pelo Estado para as consultas está incluído no pacote de serviços chamado de “teto fixo”. Como a produção total de serviços do hospital ultrapassa esse teto a cada mês, o valor das consultas que não são mais realizadas é utilizado para cobrir parte dos atendimentos.
Na semana passada, a Secretaria Estadual de Saúde repassou R$ 1 milhão à Santa Casa dos R$ 5 milhões autorizados pelo governo para ajudar no custeio da instituição. O valor, segundo a direção do hospital, não é suficiente para que os atendimentos (cirurgias e exames) sejam retomados.
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