‘Genética’


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Enquanto lia o texto de Luiz Neto lembrava-me dos pais de outrora que eram mais presentes. Talvez seja por falta disso que a geração atual ande tão sem alicerce, tão sem rumo. Falta atenção, amor, um futebol com o pai, bolinha de gude, soltar pipa. Quando me lembro de meu pai (já falecido) brincando comigo e meus irmãos tenho pena dessas pobres crianças de hoje. Os pais não estão preocupados com o que o filho seja e sim, com o que o filho tenha. Ter é mais importante que ser, e é uma pena. Por conta disso os adolescentes estão entrando em mundos perigosos. Aquele conselho ao pé do ouvido, um ‘não’ na hora certa podem fazer toda a diferença, mas, grande parte dos pais está muito ocupada com a cervejinha e a bola com os amigos. Se der tempo... (Leia aqui).

Ana Célia de Freitas
Educadora em creche - Franca - SP

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