A criação do Padeq (Programa de Prevenção e Amparo ao Dependente Químico) tem conquistado adesões de profissionais que lidam com crianças e jovens envolvidos com drogas. Acostumada a atender diariamente usuários e seus familiares, a conselheira tutelar Rilda Dias se diz favorável a qualquer ação de combate a drogas. Diariamente ela faz atendimentos a pais que pedem ajuda por não saberem como agir diante de um filho viciado.
Segundo ela, quanto mais ações como essa forem criadas, melhor será para a sociedade. “Fico feliz em saber que o poder público está preocupado com as drogas, que estão cada vez mais crescentes entre os jovens. Projetos para ajudar nunca são demais e as chances de virar o jogo são muito maiores. A família precisa dessa orientação para seguir em frente e não desistir”, disse a conselheira.
Para a psicóloga, Fabiana Zagolin, a parceria entre escola e família tende a cada vez mais contribuir com a formação das crianças e dos jovens. Segundo ela, dentro da escola, até quem não quer aprender, se vê obrigado a participar das ações, que são positivas. “Qualquer forma de ajuda é válida. Na escola os alunos aprendem, e chegam em casa podendo discutir sobre o assunto com os pais, sem tabu. Esse é um fator muito positivo, tanto para a instituição de ensino, quanto para os pais e os próprios filhos.”
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