Fazendo contato


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Quando seres humanos conhecidos se encontram, costumam fazer contato um com outro. Olham-se, cumprimentam-se com as mãos, gestos de cabeça ou palavras: Bom dia! Olá! Como vai? Se são íntimos, se abraçam: pais e filhos, amigos, parentes. Você sabia que os animais também fazem contatos com os da mesma espécie?

Quando duas formigas se encontram elas dão uma paradi-nha. Isso você já deve ter observado. Se prestar bastante atenção, verá que elas se tocam com as antenas, antes de conti-nuarem sua caminhada. É bem rápido, mas dá para trocarem alimentos e uma substância que se-gregam e se chama feromônio. Por este sistema de comunicação os alimentos chegam a todas no formigueiro.

Quando dois elefantes se encontram eles também se tocam. Você deve estar pensando que eles são muito grandes para se abraçarem, não é? Pois saiba que eles usam a tromba para a função que entre os humanos é conhecida como aperto de mãos. Um dos elefantes apoia a tromba sobre a cabeça do outro e cheira sua orelha, perto da qual se encontra a glândula temporal. O cheiro de cada um é bem particular e os elefantes sabem identificá-lo mesmo depois de muito tempo de ausência.

Quando os suricatos acordam na planície seca e arenosa da África, onde vivem, eles se abraçam e vão tomar sol bem juntinhos. À noite também ficam juntinhos enquanto dormem nas tocas debaixo da terra. Quando saem a caçar, deixam o mais velho tomando conta dos filhotes. Mantendo-se assim reunidos e bem próximos conseguem sobreviver melhor aos ataques de outros animais selvagens.

Quando uma abelha volta da exploração em busca de flores, ela entra na colmeia e exibe-se numa dança para suas companheiras. O jeito como ela balança o corpo , vibra as asas e anda em círculos representa uma forma de contato. Sua linguagem de sinais informa às abelhas operárias a distância existente entre a colmeia e o lugar onde se encontram as flores. É uma informação supervaliosa à sobrevivência do grupo.

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