O tempo passou e hoje é provável que você não seja tão apaixonado pela vida. As dificuldades surgiram, a fadiga bateu-lhe à porta, o medo roubou-lhe a paz e a ansiedade assaltou-lhe a alegria. Suas atividades sociais, conta bancária e tensões profissionais entulharam a sua emoção. Seus sorrisos já não são tão espontâneos nem frequentes. Talvez seja bom você fazer um “stop introspectivo”: pare e pense seriamente o que você tem feito com sua vida. Será que você não se auto-abandonou?
Augusto Cury
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