Nos últimos meses, Ribeirão Corrente se transformou em um canteiro de obras. Pelo menos seis construções estão movimentando o pequeno município de 4,2 mil habitantes. A principal delas é a construção de 30 casas populares, mas há, ainda, a construção de um prédio para abrigar a academia popular e de uma praça; o recapeamento de ruas, além da reforma da UBS e do núcleo do PSF. Somados, os investimentos ultrapassam R$ 1 milhão (veja no quadro acima). A maioria dos recursos é do governo federal.
As casas populares estão sendo erguidas no bairro João Mendes em regime de mutirão. O financiamento das moradias é pelo programa Minha Casa Minha Vida. O município ofereceu os lotes e toda a infraestrutura. Segundo o secretário de Administração, Clodoaldo Oliveira, as famílias contempladas foram selecionadas por critérios sociais definidos pelo Conselho Municipal de Habitação. As obras começaram em março. A previsão de conclusão é fevereiro de 2012.
No pacote de empreendimentos, o bairro João Mendes também ganhará uma praça. O município fechou convênio com o Ministério do Turismo que liberou R$ 146 mil para a obra. A contrapartida da prefeitura será de R$ 4 mil. A construção começou em junho e deve terminar em outubro. Depois de pronta, a área - que até pouco tempo servia de depósito de lixo - dará lugar a um espaço de lazer com playground, área verde para passeios e bebedouros.
No quesito infraestrutura, a prefeitura conseguiu verbas do Ministério das Cidades para o recapeamento de ruas. As vias do entorno da praça do cemitério já receberam o novo asfalto. As próximas a serem contempladas são as Ruas São Paulo e Firmino Franco. A previsão é de que as obras se estendam até setembro.
Na área da saúde três projetos devem receber investimentos: a reforma na Unidade Básica do bairro Monte Alegre; a ampliação do prédio do PSF (Programa Saúde da Família) e a construção de uma academia.
Na UBS os pisos serão trocados e o prédio receberá pintura interna. Já o núcleo do PSF está sendo ampliado para, depois de pronto, abrigar também as clínicas de psicologia, fonoaudiologia e fisioterapia, que, atualmente, funcionam em prédio alugado. “A ampliação vai permitir oferecermos os demais serviços em um único local, facilitando o acesso aos usuários que, em sua maioria, são pessoas da terceira idade”, disse Clodoaldo.
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