Lavadeira opera oito gatos


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A lavadeira Elza Aparecida Castelani, 57, moradora da Vila Santa Terezinha, conseguiu apoio da Prefeitura para castrar oito gatos seus e de sua neta. A primeira gata apareceu na casa dela há três anos e foi adotada pela família. Ela já teve cinco crias. Alguns gatinhos foram doados ou levados para a fazenda, mas outros felinos acabaram abandonados na porta da casa delas e a família também passou a criá-los. Para evitar que procriem, os donos conseguiram a cirurgia de castração oferecida pela Prefeitura. “Foi muito importante ter esse programa de castração, porque não teria condições de pagar”, disse Elza.

A dona de casa Adelaide Stephani, que mora no Jardim Palma, foi outra beneficiada pelo programa de castração da Prefeitura. Na última quarta-feira, a cachorra dela, chamada Rebeca, uma vira-lata de seis anos, fez a cirurgia de esterilização e se recupera bem. Na segunda-feira, outra cachorra que ela cuida, a Magrela, foi operada pela ONG Turma do Abrigo. “Não gastei nada para as cachorras serem operadas e não darem mais cria. É um ótimo programa que irá evitar que os animais vivam soltos pelas ruas.”

Parte dos 250 animais abrigados pela ONG Cão que Mia também passou pela cirurgia. A voluntária Aleni Papacídero acredita que o programa é ajuda a controlar a população canina e felina, mas a quantidade oferecida em Franca é muito baixa. “Com 150 cirurgias, o efeito do programa está comprometido. A carrocinha capturava nas ruas 200 animais por mês para levar para o canil e o ideal era oferecer no mínimo esse número de operações.”

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