Drag queen pede pela aceitação das igrejas


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A drag queen irmã Lully quis mostrar que gay também tem religião
A drag queen irmã Lully quis mostrar que gay também tem religião

Em meio ao público que curtiu a Parada Gay 2011 em Franca no último domingo, uma personagem chamou a atenção entre os que apareceram fantasiados. Com uma bolsa, um leque e um crucifixo no pescoço, o enfermeiro Luciano (ele preferiu não revelar o sobrenome) foi caracterizado de freira ou irmã Lully, nome artístico adotado pela drag queen que se veste de hábito.

A fantasia, segundo ele, apesar de polêmica, não visa afrontar a Igreja Católica. “Não é um protesto. A irmã Lully existe há cinco anos com o objetivo de juntar as religiões. É um pedido para nós sermos aceitos, respeitados inclusive nas horas vagas.”

A drag diz que participa de festas sempre vestida com a personagem. “Ela segue Deus, é universal e quer mostrar que os homossexuais, travestis e lésbicas também têm religião.”

No trio elétrico, outra drag queen também falou em defesa dos direitos dos gays. Durante sua apresentação, segundo a organização, Nega do Bafão discursou sobre a importância de escolher um candidato, nas próximas eleições, preocupado em defender a militância dos homossexuais.
 

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