Governo do Estado de São Paulo diz que verba será liberada


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A assessoria da Secretaria de Estado da Saúde disse ontem que o governo já realizou um termo aditivo para a ajuda financeira de R$ 5 milhões à Santa Casa, mas não estimou um prazo para a liberação efetiva dos recursos. “Depende ainda de uma antecipação de cota financeira por parte da Secretaria de Planejamento. O trâmite burocrático é natural, já que se trata de dinheiro público.”

O presidente da Santa Casa, Luiz Prior, disse que os cortes serão mantidos enquanto o Estado não liberar os recursos. “Não tem outra forma de resolver. O Estado é o gestor e acreditamos que brevemente será creditado este valor e também resolvido o valor a ser pago mensalmente para evitar os cortes de atendimento”.

De acordo com Prior, antes do corte, a Santa Casa realizava 1,8 mil consultas por mês. Todas foram suspensas. No caso das eletivas eram feitas 350 por mês e hoje esse número foi reduzido a 150.

Questionado sobre a situação de Edmo Johann, Prior disse que os médicos da Santa Casa são quem define sobre a urgência. Já Débora, segundo ele, precisa passar por um ginecologista. “Confirmando a necessidade, será realizada a cirurgia”, disse.
 

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