Mesmo não conhecendo Wagner pessoalmente, aprendi a admirá-lo pelas informações passadas a mim por pessoa de minha intimidade, filha adotada pela cidade da Franca. Os sentimentos expressados por Corrêa Neves Júnior em sua Gazetilha, demonstram o carinho e afeto que os francanos dispensavam ao falecido, mas a vida nos prega peças sempre difíceis de entender e aceitar. Homens de quilate, idênticos a Wagner, são insubstituíveis, são praticamente eternizados na comunidade como pai amoroso, amigo leal, benfeitor e propagador do amor pessoal à sua empresa e aos seus funcionários. Enfim, ele foi um cidadão que deixa lacuna na hospitaleira Franca. Que Deus o tenha em seu jardim, lugar almejado por todos nós de vidas finitas... (Leia aqui).
Aloísio
Franca - SP
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Realmente as palavras de Júnior, em sua Gazetilha, relatam tudo o que se pode considerar de Wagner Garcia. Foram apenas duas oportunidades que tive de conversar com ele, na época em que eu era gerente comercial de uma das empresas da família Trajano. O que o jornalista relatou é a pura realidade sobre esse ser que ficará na história de Franca. Era, realmente, uma pessoa que poderia morar em qualquer país de primeiro mundo, mas resolveu permanecer com seus laços afetivos de família, em nossa querida e adorável Franca. Nós, francanos, temos que nos orgulhar de pessoas assim. Que Wagner descanse em paz. E que assim seja!
Juliano Goulart
Franca - SP
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