A versão apresentada pelo acusado não convenceu a polícia. O lavrador Edimilson Gomes de Souza, num primeiro momento, disse que agiu em legítima defesa após a vítima ter lhe agredido fisicamente.
Souza afirmou que a vítima estava sob efeito de bebida alcoólica. “Ele queria chupar o sangue meu. Um espírito desceu nele e ele veio pegando no meu pescoço falando que queria meu sangue. Daí eu peguei o machado e bati na cabeça dele”, disse o acusado.
Souza afirmou que desferiu apenas um golpe e não se lembra do resto. “Eu dei uma só, que eu vi. Aí depois apareceu (sic) outros golpes. Eu acertei ele para que ele desmaiasse e soltasse minha garganta”, disse Edimilson.
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