A logomarca das Olimpíadas Rio 2016 é plágio ou coincidência?


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A campanha de divulgação da logomarca para os jogos olímpicos no Rio de Janeiro, em 2016, mal estreou e as polêmicas sobre um suposto plágio começaram a pipocar na internet, mais especificamente nas redes sociais e blogs.

O motivo da discussão é que a logo Rio 2016 (apresentada durante o Réveillon em Copacabana), idealizado por Fred Gelli da agência Tátil Design, é muito semelhante a logo da Telluride Foundation, uma instituição filantrópica situada na cidade turística de Telluride, no Colorado.

Em entrevistas, Fred Gelli admite a semelhança com a logo da fundação Telluride, mas nega que sua arte tenha sido um plágio. Nas explicações ele alega que por representar um ato universal como dar as mãos e dançar, é natural que a referida logo levante polêmica e comparações.

Especulações e explicações à parte, o fato é que a mesma logo, hoje em debate, também já serviu para divulgar o Carnaval de 2004, em Salvador. O desenho é praticamente idêntico, sendo que, no da festa baiana, há inscrições (“Viva o povo brasileiro’’ e “Carnaval 2004/Salvador do Brasil’’) em torno do desenho dos bonecos de mãos dadas. Então, Fred não teria sido o primeiro – e pouco menos o único - a se apropriar da imagem.

No entanto, pesquisando mais afundo sobre essa polêmica, chega-se ao nome do pintor e escultor francês Henri Matisse (1869-1954). Mas, o que será que ele tem haver com essa história? É simples, Matisse tem uma obra “igualzinha”, intitulada “A dança”, com homens em círculo e de mãos dadas. Alguns blogs apontam o francês como o grande plagiado de todas essas criações.

E aí, qual a sua conclusão sobre essa polêmica?

- Trata-se mesmo de um plágio
- É só uma coincidência
- Nada se cria, tudo se copia
- A obra de Henri Matisse serviu de inspiração para todos esses logotipos, mas devia ter sido citada

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Compare as imagens das logomarcas e o quadro do artista plástico francês.

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