Exagerou no Réveillon? Aprenda o que fazer para diminuir a ressaca


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A nutricionista Gabriela Pizzo Furini apresenta um cardápio para ajudar a diminuir os efeitos da ressaca
A nutricionista Gabriela Pizzo Furini apresenta um cardápio para ajudar a diminuir os efeitos da ressaca

A cabeça está latejando, os olhos teimam em ficar fechados e na boca o gosto amargo de ontem. Os sintomas são claros: ressaca das bravas. Todo fim de ano é a mesma coisa: você come demais, bebe demais, passa mal e promete nunca mais repetir a dose, ou as doses, no caso. E não deveria repetir mesmo, pois os exageros alcoólicos detonam o organismo e a prova disso são as dores absurdas na cabeça, fraqueza, tontura, tremedeira, gosto desagradável na boca, náuseas, vômito, diarréia, hipersensibilidade a luminosidade e os tantos outros sintomas que acometem o bêbado arrependido no dia seguinte à farra.

Segundo a nutricionista Gabriela Pizzo Furini, eles acontecem principalmente devido à desidratação que o álcool causa no corpo e ao contato dele com a mucosa gástrica. Aí não tem jeito, dói tudo mesmo. A solução é criar vergonha na cara, não voltar a pecar pelo exagero, tomar muito líquido e se alimentar com coisas leves e de fácil digestão, como os carboidratos e alimentos ricos em água (frutas e legumes). Nada de remédios ou receitas caseiras, o segredo para não ter ressaca é beber com moderação. Simples assim.


O caminho do álcool no corpo

A absorção do álcool no organismo é feita principalmente no intestino delgado (primeira porção do intestino) e, em menores quantidades, no estômago e cólon. Assim que chega à corrente sanguínea é transportado para os órgãos, como cérebro, fígado, coração e rins. No fígado, o álcool é metabolizado por enzimas e transformado em água e dióxido de carbono (eliminados pela urina e pela respiração) até determinada quantidade, uma vez que o órgão tem um limite para que isso ocorra. A partir daí, o restante do álcool não metabolizado se mantém na corrente sanguínea causando os feitos tóxicos da embriaguez.

Dê uma chance ao seu corpo
A dieta de recuperação deve ser composta de alimentos leves e de fácil digestão, como os carboidratos, de alimentos ricos em água (frutas e legumes) e principalmente bastante líquido (água, sucos naturais, água de coco e isotônicos).

Evite alimentos muito condimentados, já que a mucosa do estômago apresenta irritação devido ao contato com o álcool, alimentos muito gordurosos e de difícil digestão.

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