O Vivo/Franca não teve em 2010 um de seus melhores anos. Em pleno Póli, considerado um verdadeiro alçapão pelos adversários, o time foi eliminado em três competições diferentes em atuações decepcionantes. Até vaias os torcedores locais dirigiram aos jogadores e membros da comissão técnica do clube.
A equipe começou a temporada disputando a semifinal do Paulista 2009/2010 contra o Paulistano. Em 17 de janeiro na disputa do quinto jogo diante de mais de quatro mil torcedores no Póli, o time foi eliminado da competição ao perder por 87 a 84.
Meses depois - 11 de maio -, o Vivo/Franca recebeu o Flamengo pela quarta partida do playoff semifinal do NBB 2009/2010. Com uma vitória o time empataria a série em 2 a 2 e decidiria a vaga no Rio. Faltando três segundos, Marcelinho acertou uma cesta de três pontos e fechou o marcador 86 a 85 para o Flamengo. Oito dias depois, o empresário Luís Carlos Teixeira tornou-se presidente do clube. Teixeira e seu novos diretores assumiram em junho com objetivo de montar um time com 10 jogadores adultos. A ideia era disputar o título de quatro competições: campeonato Paulista 2010, Jogos Abertos do Interior, Liga Sul-Americana e NBB 2010/2011, além de obter vaga na Liga das Américas.
A Vivo assinou por quatro anos e aumentou o valor do patrocínio em 50%. O clube organizou com apoio da empresa e da prefeitura de Franca um dos quadrangulares da Liga Sul-Americana. Venceu e jogou o hexagonal final no Rio de Janeiro. Antes conquistou o ouro nos Jogos Abertos do Interior. Contudo no hexagonal, no final de novembro, a decepção. A equipe foi eliminada após duas derrotas. Até o prefeito Sidnei Rocha (PSDB) ameaçou cortar verba do clube caso não reagisse. Mesmo assim, o time deu novo vexame em casa no dia 17 de dezembro. Diante do Pinheiros, a equipe perdeu a vaga na final do Paulista após uma derrota centenária: 103 a 79. O time paulistano fechou a série em 3 a 0.
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