“Completamente alheio”


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Concordo com (quem diz) que o Hélio (Rubens) parece estar fora do ar, completamente alheio ao que se passa. Nem mesmo nas entrevistas ele tenta disfarçar, enfeitar a fala. Não arrisca, ao menos, elaborar uma justificativa qualquer. É o desânimo em pessoa. Fico tentando imaginar o que pode estar se passando nos bastidores, em nível de diretoria, para que ele assuma uma postura como essa, totalmente incoerente com a que teve durante a sua belíssima carreira até aqui. Diante de tudo o que estamos assistindo acontecer com o Franca, isso é o que mais me entristece. Não gosto de ver o Hélio sendo massacrado dessa maneira, e gosto ainda menos que ele pareça não estar nem se importando em preservar a imagem de campeão (não apenas em títulos, mas em termos de postura de vida) que todos temos dele. Com Hélio Rubens, Helinho, Rogério e Cia., já tivemos muitas alegrias e será uma grande pena se o encerramento desse ciclo vitorioso se der nesse clima de tensão e desrespeito.
Daniela
Franca - SP

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Não sou diretor e nem conselheiro do Vivo/Franca, mas acompanho nosso basquete há mais de 40 anos. Digo, com toda certeza que as críticas que parte da imprensa e torcida vem dizendo sobre nossa equipe, além de injustas, às vezes são infundadas (meras fofocas). Vejam que neste ano a diretoria trouxe seis novos jogadores para o plantel (Drudi, Dedé, Fernando Pena, Spillers, Lewis e o americano dispensado), ou seja, está se mexendo dentro do que o fluxo financeiro lhes permite. Nosso plantel é um dos melhores na atual Liga Nacional. Acontece que não somos imbatíveis e por isso sempre teremos de conviver com vitórias intercaladas de derrotas. O que pode estar acontecendo hoje é que talvez estejamos passando momentaneamente por um período de deficiência técnica ou mesmo de stress dos jogadores que, com certeza, depois da parada de final de ano, voltarão com disposições redobradas. Esperemos o recomeço da temporada, pois colheremos bons frutos
Ricardo Rodrigues
Franca - SP

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Acho muito bom esse espaço no GCN para podermos expor nossas opiniões. Espero que chegue a nosso técnico e jogadores. A avaliação tem que ser feita e é urgente mas não apenas isso. Devem também, tomar as providências cabíveis. Se tiver que dispensar metade do time e contratar de novo, que façam. O que não pode é deixar do jeito que está, porque está horrível ver o Franca Basquete jogar.
Maurício
Franca - SP

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Eu sei o que aconteceu com o Franca Basquete: mais uma vez, o time adversário tinha pivô ‘5’, e o seu técnico era um cara da nova geração, um profissional reciclado. Que fique claro: em momento algum desdenho o trabalho do Hélio (Rubens), a quem aliás, Franca deve muito. Porém, tudo na vida tem seu ciclo. Acho que o do Hélio, terminou. Quem gosta de basquete e entende pelo menos um pouco, ao assistir aos jogos do Franca percebe a marcação batendo cabeça (sic) e a falta de criatividade nas jogadas de ataque. É fato. prova disso é olharmos para a foto de reportagem deste Comércio (veja em http://www.gcn.net. br/jornal/index.php?codigo= 115612), com Helinho e seus 1,90 m. marcando o ótimo pivô Shilton, do Joinville. Associado a isso, persiste a falta do pivô ‘5’ em nosso time, aquele jogador que faz o corta, que chama o jogo pra si, assim como tínhamos o Vargas – saudade desses tempos –, o que compromete totalmente o nosso esquema tático. Ou mudam as cabeças, ou perde-se mais um campeonato dos três que tínhamos chance. Uma pena. Isso não combina com Franca.
Márcio Cândido
Franca - SP

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