Um dos símbolos mais comuns no Natal dos países cristãos é a reprodução do cenário onde Cristo nasceu. Nesta representação vemos a manjedoura, os animais do campo, os pastores, os três Reis Magos, Maria, José e, claro, o personagem principal, Jesus.
O costume de montar presépios surgiu com Francisco de Assis, um santo. Ele representava o nascimento de Jesus Cristo com pessoas e animais, como se fosse um teatro. Ele fez este primeiro teatro vivo no ano de 1224. O lugar onde isso se deu foi um espaço nos fundos da igreja de uma pequena vila. Nascia assim o primeiro presépio.
Depois, dada a dificuldade de representar com pessoas e animais, passaram a usar imagens que se tornaram cada vez menores. A princípio os Reis Magos não apareciam. Só a partir de 1484 eles chegam aos presépios. Mas a partir daí, não mais se ausentarão.
Grandes artistas, ao lado do povo, criaram presépios muito bonitos, em diferentes materiais. Hoje temos presépios de todos os jeitos, em barro, porcelana, louça, tecido, palha, corda, madeira, vidro, material reciclável, papelão... Ao lado da árvore, ele é a mensagem religiosa do sentimento cristão. Porque a data que se celebra, pra valer, é o nascimento de Cristo, cujo maior ensinamento foi o “amar ao pró-ximo como a si mesmo”. Não é fácil, mas devemos tentar.
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