A maioria dos eleitos que assumirão as Casas Legislativas a partir de fevereiro, pregou na campanha eleitoral, defesa de uma reforma política ampla. Promessas de palanque que certamente serão esquecidas
Todos nós, cidadãos, sabemos perfeitamente que o maior problema do Brasil, na atualidade, é a corrupção. Igualmente sabemos que a única solução para se acabar com a corrupção é extirpando a impunidade. Para acabar com a impunidade é necessário uma ampla reforma em nossas leis.
Este é o primeiro ponto a ser solucionado para que uma reforma política possa atender aos anseios mínimos da população brasileira. Quem pode alterar a legislação pátria são os parlamentares (senadores, deputados federais, deputados estaduais e vereadores). Ocorre que, se a reforma política for feita pelos políticos, certamente não irão mexer nos pontos essenciais, já que não querem perder regalias e privilégios que os cargos legislativos lhes proporcionam. A reforma política, em nossa opinião, deve ser conduzida pela sociedade, através de cidadãos sem vínculo político partidário, pessoas conhecedoras da administração pública, de bem e idealistas.
Na atualidade vemos que os cidadãos de bem estão indignados, desanimados e com sensação de impotência frente a tantos desmandos, mas, não podemos desistir nunca de tentar encontrar forças em busca destas mudanças essenciais para uma vida harmônica em sociedade, para que, pelo menos, possamos deixar para as futuras gerações uma vida ética diferente da que vivemos atualmente.
É chegado o momento da sociedade apresentar seu projeto de mudanças e exigir que a reforma política seja efetuada nos moldes que a população anseia e não como os ‘políticos profissionais’ entendem ser melhor para alcançar seus objetivos, principalmente de perpetuação na vida política nacional.
A propósito, entendemos que como ponto de partida para uma reforma política, deveria ser proibido a eleição por mais de duas vezes para exercício do mesmo cargo, seja no Poder Executivo ou no Legislativo, por exemplo: um vereador que já tenha sido eleito e exercido o mandato por duas vezes (mesmo que alternadamente), somente poderia se candidatar a deputado estadual, federal, senador, prefeito, governador ou presidente da república. Da mesma forma um prefeito que já tenha exercido mandato por duas vezes, não poderia se candidatar novamente ao mesmo cargo e assim sucessivamente.
Enfim, a construção de uma nação é feita pelo seu povo. Somos mais de 190 milhões de brasileiros e juntos podemos e devemos mudar a visão que o mundo tem de nosso País, que é a de um País onde prevalece a corrupção, conforme atestam relatórios da Transparência Internacional divulgados no último dia 09/12/2010, Dia Internacional de Combate a Corrupção.
O TRÂNSITO EM FRANCA
A rotatória na Avenida Santos Dumont, saída para Restinga, Distrito Industrial e Franca Shopping, é um problema. A prefeitura municipal no intuito de ‘diminuir a confusão’ que ali se instala diariamente, está efetuando obras que não sabemos ao certo se solucionarão o problema ou se apenas irão transferi-los de local.
Em nosso ponto de vista, ratifique-se, de um simples cidadão que já teve a ousadia de ficar observando o local por algum tempo, o problema seria resolvido sem maiores dispêndios de dinheiro público se ocorresse a instalação de sistema de monitoramento de avanço de sinal. O sistema de semáforos ali instalado, corretamente foi programado para que houvesse um tempo para que os veículos que sobem do Shopping sentido bairro e os que vêm do hospital São Joaquim possam atravessar a via com segurança. Na prática, ocorre que os motoristas, sabedores deste tempo, e também que não há sistema de monitoramento eletrônico de avanço, desrespeitam a sinalização fazendo com que não haja tempo suficiente para que os veículos possam cruzar a rotatória em segurança. Acreditamos que há que retornar o monitoramento eletrônico de avanço em semáforo para um maior respeito e, consequentemente, segurança no trânsito de Franca.
FRANCA SEM ÁGUA!
Dois anos e meio após, novamente temos um grave rompimento de adutora que bombeia água do rio Canoas para Franca. Naquela oportunidade disseram que iriam fazer uma nova adutora, de menor polegada, para não deixar mais a cidade sem água nos momentos de emergência. Pergunta-se: foi feita tal obra? Podem ter esquecido a promessa. Nós, não!
Toninho Menezes
Advogado, administrador de empresas, professor universitário -
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