Alcoólicos anônimos


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Uma genuína humildade

...que devemos conduzir-nos com genuína humildade. Isto para que nossas grandes bênçãos jamais nos estraguem; para que vivamos eternamente em grata contemplação d’Aquele que reina sobre todos nós.

Alcoólicos Anônimos. P. 178

A experiência me ensinou que minha personalidade alcoólica tem tendência para o grandioso. Mesmo que tiver, aparentemente, boas intenções, posso sair pela tangente atrás de minhas ‘causas’. Meu ego toma conta e perco de vista o meu propósito primeiro. Posso até tomar o crédito pela obra de Deus em minha vida. Esse sentimento exagerado de minha própria importância é perigoso para a minha sobriedade e pode causar grande dano a A.A como um todo.
Minha salvaguarda, a Décima Segunda Tradição, serve para manter-me humilde. Percebo, tanto como um indivíduo, como um membro de Irmandade, que não posso me gabar de minhas façanhas, e que ‘Deus faz por nós o que não podemos fazer por nós mesmos’.

Alcoólicos Anônimos. Reflexões Diárias, pág. 354

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