“Rodas de fumo”


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Os caminhos cimentados para pedestres deviam ser melhor protegidos evitando, em certos pontos, colocação de bancos um em frente ao outro com passarela no meio. Acontece que se sentam 4 (...) em cada banco, de cada lado, e aí as rodas de fumo se formam. Passam o “cigarro” de boca em boca e as pessoas que passam entre os bancos (“corredor polonês”) , sofrem: quando vão chegando no ponto “H”, entre os bancos, como arapucas, são barrados, cercados pelos bandos que mendigam, até com agressividade em caso de recusa. Então, se ouvem palavrões, ameaças, xingamentos. Se reagir, tem agressões etc, como se ali, entre os bancos, fosse um ponto de pedágio. É risco para pessoas em qualquer idade e até crianças. Os bancos devem ficar espaçados nas praças a fim de evitar as rodas de fumo.

Romildo
Franca - SP

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