Futsal ainda procura seu espaço entre os esportistas de Franca


| Tempo de leitura: 2 min
Atletas durante alongamento
Atletas durante alongamento

Falar de futsal (futebol de salão) em Franca é contar histórias bem amadoras. Aqui na cidade, o esporte está longe da realidade de alguns vizinhos. Em Altinópolis, por exemplo, a 64 quilômetros de distância, há um time campeão paulista. Se viajar mais cinco chega-se em Orlândia, onde há uma equipe que disputa os principais torneios do país.

Para 2011, um projeto quer mudar essa realidade. A SEF (Sociedade Esportiva Franca), associação constituída há oito meses, assumiu o esporte na cidade com o intuito de formar seleções de jogadores a partir dos 15 anos. A FEAC (Fundação para o Esportiva, Arte e Cultura) fomentou a criação da entidade, idealizada pelo atleta do time adulto de Franca, Michael Maza de Almeida. Michael, com a ajuda de voluntários da igreja Metodista, formou o estatuto da Sociedade Esportiva Franca.

Depois de oito meses de criação, foram estruturadas as categorias de base. Hoje, são 90 atletas (60 no masculino a partir do sub-15 até o adulto e 30 no feminino, do sub-15 ao sub-20). A entidade organizou um campeonato em novembro deste ano com a participação de seis cidades. “É a modalidade mais forte na Sociedade Esportiva de Franca”, disse a presidente Wei Ling Huang.

NOVOS RUMOS
O coordenador de esportes da associação, Michael Maza, trabalha com um novo passo para os jogadores em 2011. “Temos uma média de 15 atletas por categoria (são seis ao todo, no masculino e feminino) e como em 2011 os treinamentos vão começar mais cedo, pretendemos participar de competições que Franca ainda não disputou”.

Para ele, que vive futsal há 20 anos, há muitos talentos a serem garimpados. Um problema é a falta de pessoal para trabalhar com jovens. “Antes centralizam-se as categorias em cima de poucos profissionais, todos professores da rede municipal. Eram, no máximo, quatro técnicos para todas as categorias de alto rendimento. Agora há dois profissionais por categoria”, comentou.

Fale com o GCN/Sampi!
Tem alguma sugestão de pauta ou quer apontar uma correção?
Clique aqui e fale com nossos repórteres.

Comentários

Comentários